Pois é, caras.
Dan Galã sugeriu que abríssemos esse blog e pudéssemos ter o famosos papos cabeça do Armazén não só nas tardes de sábado.
Eu acho que ele é gay, mas isso não acho que esse seria um bom tópico para iniciarmos o blog, afinal, mentes brilhantes não debatem pessoas, e sim idéias.
Vou começar o blog discorrendo sobre o assunto. Sei que o texto não é novo, contudo eu acabei de chegar da malha com o Vata e nem rola caçar outra merda pra postar.
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Grande mente?
Grandes Mentes, discutem idéias;
Mentes medianas, discutem eventos;
Mentes pequenas, discutem pessoas.
Há uma grande verdade nessa afirmação. E como em tudo, grande relatividade. Há elogio e conforto ao meu ego, como crítica e enfraquecimento. E tratando-se de mim, um cara assim, tão simples e complexo, já começo a embolar tudo na minha cabeça.
Sim, grandes mentes discutem idéias. E correntes filosóficas, contextos históricos que influenciam o cotidiano, existencialismo, dados estatísticos deflagrantes da realidade obscura enxergada pelo cidadão comum, ativismo ecológico e até informações estarrecedoras do Discovery Chanel são constantes nas mesas de bar que eu sento. Algumas delas. Por que há aquela dualidade em mim: há os amigos e os broders.
E meus amigos têm grandes mentes. Afinal, os escolhi a dedo. É melhor não me alongar no assunto: é tacanho discutir sobre pessoas. E, tratando-se de um ensaio, estou enaltecendo a minha pessoa.
O.k., mas quem resiste a comentar aquele acontecimentozinho? Aquele barraco que parou dezenas de pessoas extasiadas com tanto palavrão, tanto teatro, drama hilário, tanta novela mexicana ao vivo, crua, real, com direito até a arremesso de roupas pela janela? Aquela pulada de cerca da santinha pudica?
Ora, ora, vemos a grande mente escorregar num medianismo. Todavia, tudo é relativo: existem ideais defendidos a finco entre tapas e trocas de insultos – o respeito, a polêmica questão da bigamia, enfim, a influência cultural nos relacionamentos interpessoais.
E não se pode falar em democracia sem falar em Revolução Francesa, poesia sem Semana de Arte Moderna, ecologia sem Rio92 e assim por diante. Pois é: legitima-se a fofocaria pós-balada.
E, como não falar de pessoas, se elas concretizam idéias e eventos? Os broders, parceiros de papos supérfluos, risadas frívolas e passatempos de dormência mental, não devem ser menos valorizados: os grandes historiadores também discutem biografias, se Adolf Hitler era gay, se Kennedy comia a Monroe ou Clinton traiu a Hillary, já que ele fez sexo oral, que não é sexo, e o que importa é que a Hillary está montada no poder. Ah rá! Grandes estudiosos, me desculpem, mas vocês não resistem à tacanhice!
Em suma: há grandeza na mente pequena, pequenismo na mente grande e todos nós temos uma caixa craniana de tamanho similar. A frase inicial é vaga e eu cansei de falar daquela idéia, do fato de eu ter idéia e de mim como pensador. Mente grande é a do vegetal, que, afinal, é nirvânico: não dá margem a tanta hipocrisia, contradição e palavras. Ai, as palavras...
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Um comentário:
Hm...
Agora sim está legal!!
O () n tinha nada a ver!!
Ja disse uma vez e repito, curti o texto!!!
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