Quem nunca se surpreendeu com algumas dessas abordagens espontâneas desses "profissionais da rua"?Você, querendo ou não, terá seu veiculo vigiado/supervisionado (para não afirmar o contrário) por esses indivíduos vítimas do (clichê) sistema no qual estamos todos inseridos.
Sei que é triste, sei que dói ver um ser da nossa espécie passsando por necessidades, ver aquela
criatura apodrecendo/degradando continuamente , em tamanha velocidade e que, por maior que seja o egoísmo humano, todos comovem-se com a cena e prontificam-se a ajudar (que digam os estrangeiros do "primeiro mundo" que visitam o país, que só faltam oferecer suas calças para esse míseros sujeitos, sejam eles flanelinhas ou malabaristas de sinal).Isto tudo, entretanto, e particularmente para a minha pessoa (que tenta abolir de qualquer forma a influência da hipocrisia da sua vida), isso...ISSO JÁ SATUROU!!!!!!
Não guento mais ver esses indivíduos me abordando constantementee, pior ainda, irritando-se quando pagamos o "preço justo" (eles não instituem valor para o serviço deles e , convenhamos, a força de trabalho desprendida é despresivel) pelo serviço que foi prestado,se é que podemos chamar de serviço...
Caso fosse um turista da, digamos, Suécia, e viesse passar uma temporada em Salvador, acho que em todas essas circuntancias cotidianas, forneceria a esses cidadãos assolados pelo sistema , todo o valor que constasse na minha carteira . Porém, não sou turista.Vivo diariamente essa situação que chega a ser um abuso (na minha opinião)! Pasmém que só tenho 8 meses de habilitação para dirigir,imagine...
Não estou propondo nada a vocês leitores.Só estou compartilhando um sentimento meu e que tenho CERTEZA que muitos também identificam-se com ele.As soluções já são mais que debatidas por nossos "comunistas de butique", então também dispenso suas apresentações.
P.S.:Não é preconceito,não é discriminação.É só uma "revolta"particular e aexpressão de um direito que tenho.Ou afinal de contas, só os "pobrezinhos" podem reclamar dos outros?!?!